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quinta-feira, 18 de maio de 2017
Tapetes de flores em Vila do Conde - ajude, seja voluntário
Tradição secular que se realiza de quatro em quatro anos, os tapetes de flores que embelezam as ruas do Centro Histórico e atraem milhares de visitantes a Vila do Conde, são realizados por vilacondenses que, ao longo de semanas se unem para desfolhar flores. Se não mora numa das ruas onde haverá tapetes, pode ajudar na mesma. Venha participar nesta iniciativa - contacte o Banco Local de Voluntariado da Câmara Municipal de Vila do Conde, tel: 252248400, Dr.a Eugénia Moreira, e-mail: voluntariado@cm-viladoconde.pt A sua colaboração é muito importante.
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
HOJE DIA NACIONAL DOS CASTELOS
Neste dia é possível visitar gratuitamente vários castelos portugueses e conhecer um pouco mais da história destes edifícios emblemáticos da história portuguesa. É uma oportunidade de ouro para conhecer os castelos de Portugal, com visitas orientadas que permitem conhecer os castelos portugueses a fundo. Além das visitas, ainda se recria a época medieval em alguns castelos de Portugal.
Se sempre quis visitar um castelo em especial, este é o dia para o fazer. No ano seguinte pode visitar outro castelo.
ORIGEM DA DATA
Desde 1984 que o Dia Nacional dos Castelos se comemora em outubro. Inicialmente era celebrado no primeiro sábado do mês mas em 2003 estabeleceu-se o dia 7 como a data oficial. Ele tem como objetivo promover em todo o país iniciativas e atividades que visam a reflexão sobre o património fortificado.
Os castelos são testemunhos da memória coletiva dos povos e representam uma importante referência arquitetónica, histórica, cultural e simbólica de um país.
CASTELOS DE PORTUGAL
Portugal possui centenas de castelos e fortes, sendo alguns castelos portugueses reconhecidos pela UNESCO como Património da Humanidade, como é o caso do Convento de Cristo, em Tomar.
O Castelo de Guimarães, onde nasceu Portugal, e o Castelo de Óbidos são dois castelos nacionais que fazem parte das 7 Maravilhas de Portugal - Monumentos.
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
HOJE, Dia Internacional da Paz
O Dia INTERNACIONAL DA PAZ é celebrado em 21 de Setembro, foi declarado pela ONU em 30 de novembro de 1981.
Em 21 de Setembro de 2006, por ocasião do Dia Internacional da Paz,
Kofi Annan afirmou: Há vinte e cinco anos, a Assembleia Geral [da ONU]
proclamou o Dia Internacional da Paz como um dia de cessar-fogo e de não
violência em todo o mundo. Desde então a ONU tem celebrado este dia,
cuja finalidade não é apenas que as pessoas pensem na paz, mas sim que
façam também algo a favor da paz.
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
RECOMENDO
Estamos a chegar a duas datas muito importantes no nosso velho Portugal,
Pais de menin@s mais pequenos expliquem, conversem com os vossos filhos sobre elas.
Aqui ficam duas sugestões de leitura para "ajudar".
Não precisa comprar, VÁ ATÉ UMA BIBLIOTECA PERTO DE SI!
Aqui ficam duas sugestões de leitura para "ajudar".
Não precisa comprar, VÁ ATÉ UMA BIBLIOTECA PERTO DE SI!
TÍTULO: VAMOS A VOTOS
AUTOR:José Jorge Letria e Sandra Serra
EDITORA: Texto
SINOPSE:
Livro recomendado para apoio a projectos relacionados com História de Portugal nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade.
Gonçalo e Francisco não gostavam de política nem de políticos, mas a animação que tomava conta da cidade em época de campanha eleitoral não lhes era indiferente.
A política era coisa de adultos, pensavam os dois amigos, que preferiam ocupar o pensamento com brincadeiras, jogos de computador e futebol. Mas a eleição para o lugar de capitão da equipa de futebol da escola ensinou-lhes que, afinal, votar é uma coisa muito importante, e escolher os nossos representantes é não só um direito, mas também um dever de cidadania.
AUTOR:José Jorge Letria e Sandra Serra
EDITORA: Texto
SINOPSE:
Livro recomendado para apoio a projectos relacionados com História de Portugal nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade.
Gonçalo e Francisco não gostavam de política nem de políticos, mas a animação que tomava conta da cidade em época de campanha eleitoral não lhes era indiferente.
A política era coisa de adultos, pensavam os dois amigos, que preferiam ocupar o pensamento com brincadeiras, jogos de computador e futebol. Mas a eleição para o lugar de capitão da equipa de futebol da escola ensinou-lhes que, afinal, votar é uma coisa muito importante, e escolher os nossos representantes é não só um direito, mas também um dever de cidadania.
TÍTULO: VIVA A REPÚBLICA
AUTOR:José Ruy
EDITORA: Âncora
SINOPSE:
Este livro tem como temática a implantação da República em Portugal.Uma parte da nossa história em banda desenhada contada por este autor já conhecido entre o público mais jovem e não só.
AUTOR:José Ruy
EDITORA: Âncora
SINOPSE:
Este livro tem como temática a implantação da República em Portugal.Uma parte da nossa história em banda desenhada contada por este autor já conhecido entre o público mais jovem e não só.
TÍTULO: Era uma vez a República
AUTOR:José Fanha
EDITORA: Gailivro
SINOPSE:
Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com a História de Portugal nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade.
Já passaram 100 anos depois dessa data tão importante para a nossa História recente que é o 5 de Outubro de 1910 em que terminou a Monarquia e se deu a implantação da República. São muitas as perguntas que colocamos quando se fala do 5 de Outubro de 1910. Será que saberemos o que é uma República? Qual é a diferença entre a República e a Monarquia? Quem concebeu O Mapa Cor-de-Rosa? Como é que nasceu o Hino Nacional? Como é que se escolheu a Nova bandeira portuguesa? Quem é que era eleito para o Parlamento? O que é a Maçonaria? E a Carbonária? Porque é que assassinaram o Rei D. Carlos? Quem foi Afonso Costa? Porque é que chamavam o Presidente-rei a Sidónio Pais?
AUTOR:José Fanha
EDITORA: Gailivro
SINOPSE:
Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com a História de Portugal nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade.
Já passaram 100 anos depois dessa data tão importante para a nossa História recente que é o 5 de Outubro de 1910 em que terminou a Monarquia e se deu a implantação da República. São muitas as perguntas que colocamos quando se fala do 5 de Outubro de 1910. Será que saberemos o que é uma República? Qual é a diferença entre a República e a Monarquia? Quem concebeu O Mapa Cor-de-Rosa? Como é que nasceu o Hino Nacional? Como é que se escolheu a Nova bandeira portuguesa? Quem é que era eleito para o Parlamento? O que é a Maçonaria? E a Carbonária? Porque é que assassinaram o Rei D. Carlos? Quem foi Afonso Costa? Porque é que chamavam o Presidente-rei a Sidónio Pais?
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
JANEIRO e as JANEIRAS
JANEIRO, primeiro mês do ano, tempo de “cantar as janeiras”.
Essa adorável tradição portuguesa vem do tempo dos romanos, que festejavam o deus Janos, o porteiro do Olimpo, o senhor das Entradas, que podia proporcionar um ano venturoso, exorcizando as energias impuras.
Nos últimos anos, celebrizou-se uma música de Zeca Afonso, intitulada "Natal dos Simples" que, como começa com a frase 'vamos cantar as janeiras...' é entendida por alguns como se fosse música de Janeiras, embora não seja uma canção de folclore.
Essa adorável tradição portuguesa vem do tempo dos romanos, que festejavam o deus Janos, o porteiro do Olimpo, o senhor das Entradas, que podia proporcionar um ano venturoso, exorcizando as energias impuras.
Era
representado com duas cabeças, para retratar os términos e os começos, o
passado e o futuro, uma cabeça olhando para trás, o passado e outra
olhando para a frente.
Passaram
os romanos, o deus Janos ficou relegado ao esquecimento, mas, ainda
hoje é costume desejar-se as “Boas entradas” entre amigos e conhecidos.
Como já foi referido, as Janeiras,
tipicamente, ocorrem em Janeiro, começando no dia 1 e estendendo-se até
dia 6, Dia de Reis ou Epifania. Hoje em dia, muitos grupos
(especialmente citadinos) prolongam o Cantar de Janeiras durante todo o
mês.
As Janeiras, cantar as Janeiras
ou "cantar os Reis" é uma tradição em Portugal que consiste no cantar
de músicas pelas ruas por grupos de pessoas anunciando o nascimento de
Jesus, desejando um feliz ano novo. Esses grupos vão de porta em porta,
pedindo aos residentes as sobras das Festas Natalícias. Hoje em dia,
essas 'sobras' traduzem-se muitas vezes em dinheiro.
A
tradição geral e mais acentuada, é que grupos de amigos ou vizinhos se
juntem, com ou sem instrumentos (no caso de os haver são mais comuns os
folclóricos: pandeireta, bombo, flauta, viola, etc.). Depois do grupo
feito, e de distribuídas as letras e os instrumentos, vão cantar de
porta em porta pela vizinhança.
Terminada
a canção numa casa, espera-se que os donos tragam as janeiras
(castanhas, nozes, maçãs, chouriço, morcela, etc. Por comodidade, é hoje
costume dar-se chocolates e dinheiro, embora não seja essa a tradição).
No fim da caminhada, o grupo reúne-se e divide o resultado, ou então, comem todos juntos aquilo que receberam.
As
músicas utilizadas, são por norma já conhecidas, embora a letra seja
diferente em cada terra. São músicas simples, habitualmente à volta de
quadras simples que louvam o Menino Jesus, Nossa Senhora, São José e os
moradores que contribuíram. Tipicamente havia também algumas quadras
insultuosas reservadas para os moradores que não davam as janeiras. Nos últimos anos, celebrizou-se uma música de Zeca Afonso, intitulada "Natal dos Simples" que, como começa com a frase 'vamos cantar as janeiras...' é entendida por alguns como se fosse música de Janeiras, embora não seja uma canção de folclore.
1º DE JANEIRO, é o DIA MUNDIAL DA PAZ
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| Ilustração de Joyce Schellekens |
Também conhecido como o Dia da
Confraternização Universal ou o Dia da Paz Universal é comemorado, na
verdade, em quase todo o mundo no primeiro de janeiro.
Nesse dia, as pessoas trocam votos
de alegria, de paz e de felicidade para o ano que se inicia.
Tradicionalmente há uma vigília na noite de 31 de dezembro, quando se
comemora com muita festa a passagem do ano.
Em 8 de dezembro de 1967, o papa Paulo
VI escreveu uma mensagem propondo a criação do Dia Mundial da Paz, a ser
festejado no dia 1º de janeiro de cada ano. Mas o papa não queria que a
comemoração se restringisse apenas aos católicos – para ele, a
verdadeira celebração da paz só estaria completa se envolvesse todos os
homens, não importando a religião.
“A proposta de dedicar à paz o primeiro
dia do novo ano não tem a pretensão de ser qualificada como
exclusivamente nossa, religiosa ou católica. Antes, seria para desejar
que ela encontrasse a adesão de todos os verdadeiros amigos da paz”,
dizia, em sua mensagem. No texto, expressava seu desejo de que esta
iniciativa ganhasse adesão ao redor do mundo com “caráter sincero e
forte de uma humanidade consciente e liberta dos seus tristes e fatais
conflitos bélicos, que quer dar à história do mundo um devir mais feliz,
ordenado e civil”.
Portanto, O Dia da Paz Mundial é um dia a
ser celebrado pelos "verdadeiros amigos da Paz", independente de credo,
etnia, posição social ou econômica. Ainda que desde 1981 o Dia
Internacional da Paz seja comemorado em 21 de setembro, a data de 1º de
janeiro é reconhecida pela ONU como o Dia da Confraternização Universal,
ou seja, do diálogo e da paz entre os povos. O primeiro dia de cada
ano, portanto, tem sido reservado à reflexão de como queremos que o
mundo seja nos próximos 364 (ou 365) dias que ainda estão por vir.
Também é o dia em que são trocados votos de paz, felicidade e saúde para
o ano que se inicia.
Fonte: Wikipedia
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Dia Internacional da Pessoa com Deficiência
Hoje, Dia Internacional da Pessoa com
Deficiência, razão que leva a Câmara Municipal e a Equipa DAP de Vila do
Conde (Deficiência, Abordagem Plurinstitutcional) a assinalar esta
data, visando sensibilizar e informar a população para esta problemática.
Do Programa a levar a efeito e que decorrerá de 3 de dezembro a 24 de maio, destaca-se:
- dia 3 às 10h30 - Marcha “Dar Voz à Diferença”
Na cidade, em Junqueira e em Macieira da Maia às 10h30, escolas e jardins de infância irão realizar uma Marcha “Dar Voz à Diferença” por ruas centrais da cidade e freguesias que culminará com mensagens elaboradas pelos alunos. Todos estão convidados a participar.
Na cidade, a partida será na Praça Vasco da Gama, em frente à Câmara Municipal e chegada na Alameda dos Descobrimentos, envolvendo mais de mil e trezentos participantes.
Desde alunos das escolas da cidade, do Madi, do Centro de Apoio e Reabilitação de Pessoas com Deficiência de Touguinha, atletas vilacondenses (Aurora Cunha, Hugo Silva, José Azevedo, Leonel Ramalho e Tiago Lopes, o músico Paulo Praça e também população em geral.
Em Junqueira a partida será da escola Dr. Carlos Pinto Ferreira percorre ruas centrais e termina na escola.
Em Macieira da Maia, a partida será das diferentes escolas e jardins de infância até o Largo de Vilarinho.
Sempre presente está o objetivo de sensibilizar e mobilizar toda a comunidade para esta problemática.
A proposta é, partilhar-se o espírito de viver solidário.
Do Programa a levar a efeito e que decorrerá de 3 de dezembro a 24 de maio, destaca-se:
- dia 3 às 10h30 - Marcha “Dar Voz à Diferença”
Na cidade, em Junqueira e em Macieira da Maia às 10h30, escolas e jardins de infância irão realizar uma Marcha “Dar Voz à Diferença” por ruas centrais da cidade e freguesias que culminará com mensagens elaboradas pelos alunos. Todos estão convidados a participar.
Na cidade, a partida será na Praça Vasco da Gama, em frente à Câmara Municipal e chegada na Alameda dos Descobrimentos, envolvendo mais de mil e trezentos participantes.
Desde alunos das escolas da cidade, do Madi, do Centro de Apoio e Reabilitação de Pessoas com Deficiência de Touguinha, atletas vilacondenses (Aurora Cunha, Hugo Silva, José Azevedo, Leonel Ramalho e Tiago Lopes, o músico Paulo Praça e também população em geral.
Em Junqueira a partida será da escola Dr. Carlos Pinto Ferreira percorre ruas centrais e termina na escola.
Em Macieira da Maia, a partida será das diferentes escolas e jardins de infância até o Largo de Vilarinho.
Sempre presente está o objetivo de sensibilizar e mobilizar toda a comunidade para esta problemática.
A proposta é, partilhar-se o espírito de viver solidário.
Inf. via http://www.cm-viladoconde.pt/
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Ontem foi...Dia da Restauração da Independência
Neste dia, tão importante, comemora-se o Dia da Restauração da Independência.
Queres saber porquê?
Tudo começou em finais do séc. XVI: o rei de Portugal era D. Sebastião.
Em
1578, D. Sebastião morreu na batalha de Alcácer-Quibir, no norte de
África. Portugal ficou, assim, sem rei, pois D. Sebastião era muito novo
e ainda não tinha filhos, não havia herdeiros directos para a coroa
portuguesa.
Assim,
quem subiu ao trono foi o Cardeal D. Henrique, que era tio-avô de D.
Sebastião. Mas só reinou durante dois anos porque nem todos estavam de
acordo com ele como novo rei.
Mas atenção: estas coisas nunca são simples, houve muitos pretendentes e isto deu muita confusão...
Em
1580, nas Cortes de Tomar, Filipe II, rei de Espanha, foi escolhido
como o novo rei de Portugal. A razão para a escolha foi simples: Filipe
II era filho da infanta D. Isabel e também neto do rei português D.
Manuel, por isso tinha direito ao trono.
Nessa
altura, era frequente acontecerem casamentos entre pessoas das cortes
de Portugal e Espanha, o que fazia com que houvesse espanhóis que
pertenciam à família real portuguesa e portugueses que pertenciam à
família real espanhola.
Durante
60 anos, viveu-se em Portugal um período que ficou conhecido na
História como "Domínio Filipino". Depois do reinado de Filipe II (I de
Portugal), veio a governação de Filipe III (II de Portugal) e Filipe IV
(III de Portugal). Estes reis governavam Portugal e Espanha ao mesmo
tempo, como um só país.
Os
portugueses acabaram por revoltar-se contra esta situação e, no dia 1
de Dezembro de 1640, puseram fim ao reinado do rei espanhol num golpe
palaciano (um golpe só para derrubar o rei e o seu governo).
Sabias
que havia também defensores do rei espanhol em Portugal? Mas o povo não
gostava disso porque o País não era governado com justiça e havia
muitos problemas e ataques às províncias ultramarinas e, especialmente,
ao Brasil.
Na altura, a Duquesa de Mântua era vice-rainha e Miguel de Vasconcelos era escrivão da Fazenda do Reino. Tinha imenso poder.
No dia 1 de Dezembro de 1640, os Restauradores mataram-no a tiro e foi defenestrado (atirado da janela abaixo) no Paço da Ribeira.
Filipe III abandonou o trono de Portugal e os portugueses escolheram D. João IV, duque de Bragança, como novo rei.
O
dia 1 de Dezembro passou a ser comemorado todos os anos como o Dia da
Restauração da Independência de Portugal, já que o trono voltou para um
rei português.
(in, http://www.junior.te.pt)
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
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