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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Como seria a vida sem os media? - Criação de um slogan - Concurso

"Num período em que os meios de informação e comunicação, quer os mais tradicionais, quer os das últimas gerações tecnológicas, se tornaram omnipresentes na sociedade e multiplicaram exponencialmente a possibilidade de expressão dos cidadãos no espaço público é importante refletirmos sobre o papel que aqueles ocupam na construção de opiniões, crenças e do próprio quotidiano.
No próximo dia 3 de maio, várias entidades ligadas à comunicação e à educação para os media vão lançar, pela 1ª vez, a iniciativa Um dia com os media, que visa promover o espírito crítico e a criatividade relativamente aos meios de comunicação.
A Rede de Bibliotecas Escolares e o Plano Nacional de Leitura associam-se a esta iniciativa convidando os alunos dos diferentes ciclos de ensino a responderem, através de um slogan, à questão Como seria a vida sem os media?
Conseguimos, hoje, imaginar a vida sem telemóvel, televisão ou computador? Uma vida onde não dispuséssemos de internet? Uma vida sem livros, jornais, revistas ou cinema? Uma vida onde não existisse consola de jogos, mp3, mp4, tablets, youtube, facebook ou outros dispositivos e redes de comunicação recentes? Como seria essa vida? Que sentido teria? Que sentimento nos provocaria?"

Os participantes dividem-se em dois escalões:

- alunos dos 1.º e 2.º ciclos do Ensino Básico;
- alunos do 3.º ciclo do Ensino Básico e Secundário.

É atribuído um prémio, por níveis de ensino, ao autor do melhor slogan apresentado em cada um dos escalões.

Calendarização da iniciativa "Como seria a vida sem os media?":

9 a 30 de abril - divulgação junto de alunos e de outros professores;

3 de maio - colocação, na Biblioteca Escolar, de uma caixa graficamente identificada com a iniciativa "Como seria a vida sem os media?", onde os alunos possam depositar a frase/ ideia produzida;

4 a 11 de maio - seleção interna do melhor slogan da escola/agrupamento de escolas, por níveis de ensino (um dos alunos dos 1.º e 2.º ciclos do Ensino Básico e outro dos alunos do 3.º ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário).

Como seria a vida sem os media? - Criação de um slogan - Concurso

"Num período em que os meios de informação e comunicação, quer os mais tradicionais, quer os das últimas gerações tecnológicas, se tornaram omnipresentes na sociedade e multiplicaram exponencialmente a possibilidade de expressão dos cidadãos no espaço público é importante refletirmos sobre o papel que aqueles ocupam na construção de opiniões, crenças e do próprio quotidiano.
No próximo dia 3 de maio, várias entidades ligadas à comunicação e à educação para os media vão lançar, pela 1ª vez, a iniciativa Um dia com os media, que visa promover o espírito crítico e a criatividade relativamente aos meios de comunicação.
A Rede de Bibliotecas Escolares e o Plano Nacional de Leitura associam-se a esta iniciativa convidando os alunos dos diferentes ciclos de ensino a responderem, através de um slogan, à questão Como seria a vida sem os media?
Conseguimos, hoje, imaginar a vida sem telemóvel, televisão ou computador? Uma vida onde não dispuséssemos de internet? Uma vida sem livros, jornais, revistas ou cinema? Uma vida onde não existisse consola de jogos, mp3, mp4, tablets, youtube, facebook ou outros dispositivos e redes de comunicação recentes? Como seria essa vida? Que sentido teria? Que sentimento nos provocaria?"

Os participantes dividem-se em dois escalões:

- alunos dos 1.º e 2.º ciclos do Ensino Básico;
- alunos do 3.º ciclo do Ensino Básico e Secundário.

É atribuído um prémio, por níveis de ensino, ao autor do melhor slogan apresentado em cada um dos escalões.

Calendarização da iniciativa "Como seria a vida sem os media?":

9 a 30 de abril - divulgação junto de alunos e de outros professores;

3 de maio - colocação, na Biblioteca Escolar, de uma caixa graficamente identificada com a iniciativa "Como seria a vida sem os media?", onde os alunos possam depositar a frase/ ideia produzida;

4 a 11 de maio - seleção interna do melhor slogan da escola/agrupamento de escolas, por níveis de ensino (um dos alunos dos 1.º e 2.º ciclos do Ensino Básico e outro dos alunos do 3.º ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário).

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Algumas sugestões para o Concurso «Eu conto!»

Sinopse:
Marcadamente maravilhoso e dominado por uma subtil componente humorística, este álbum narrativo possui como protagonista um médico anónimo, que tem como consultório o fundo do mar e como pacientes os seus habitantes. Nesta divertida narrativa, escrita numa linguagem muito acessível e num registo coloquial, participam um cavalo-marinho que vê mal e tem de usar óculos, um tubarão com dores de dentes, um Polvo magoado nos seus oito braços e uma baleia que se considera muito gorda. O carácter inesperado e insólito, aliado ao desfecho positivo ou eufórico, do qual se destacam valores como a solidariedade, a amizade ou, até mesmo, moralidades implícitas como “a união faz a força”, bem como a expressividade da profusa vertente pictórica – um conjunto de extensas ilustrações que fazem sobressair o humor e/ou o cómico de situação – desempenham um importante papel na captação da atenção dos leitores mais novos que, com facilidade, aderirão a este livro.
Texto de :Sara Reis da Silva
Título: O Médico do Mar
Autor: Leo Timmers
Editora: Educação Nacional


Sinopse:
Nesta história tradicional recuperada por Alice Vieira são evidenciados valores de coragem e solidariedade, onde os mais fortes e imodestos reagem cobardemente, surgindo, inesperadamente, a ajuda solidária da pequena e empenhada formiga que, com a razão e o coração do seu lado, enfrenta o perigo para salvar o coelho a quem a cabra cabrês roubara a casa. 

Título: O Coelho Branquinho e a Formiga Rabiga
Autor(es) Alice Vieira, João Tinoco (Ilustrador)
Editora: Caminho

 

Sinopse:


Neste pequeno álbum, ideal para primeiros leitores, um delicado discurso visual, composto a partir da colagem e da articulação de papéis e de outros materiais (por exemplo, tecidos) de cores e de texturas distintas, conjuga-se expressivamente com um texto verbal em que se cruzam linhas ideotemáticas como a passagem da vida, a morte, a amizade ou a solidariedade, entre outros. O ciclo da natureza e/ou as estações do ano associam-se simbolicamente aos vários momentos da vida humana, testemunhada na vivência da protagonista anunciada pelo título. Com simplicidade discursiva, o relato, marcado também por um cativante sensorialismo, desenvolve-se, pois, em torno de alguns tópicos habitualmente encarados como “desconfortáveis”, tratados aqui com a subtileza suficiente para serem eficazmente descodificados e sentidos pelos mais novos.
Título: A Casa da Maria
Autor(es): Coby Hol, Coby Hol (Ilustrador)
Editora: Plátano

 Sinopse:
Seguindo uma linha e um estilo já habituais na escrita desta autora, reencontramo-nos, neste volume, com a célebre fábula de La Fontaine, mas, desta vez, com uma roupagem original. Nesta versão da famosa narrativa, recorre-se, como no texto matricial, à metáfora e ao símbolo, nascidos das “personalidades” de dois animais, uma industriosa e incansável formiga vs. uma descontraída e inconsequente cigarra. Assim, contra a filosofia de vida da primeira, resumida no ditado “quem não trabuca não manduca”, vivem a cigarra e os restantes animais, todos maravilhados com a natureza que os envolvia, até ao dia em que, afinal, percebem que o tempo da abundância já acabou e que precisam de procurar comida. A cigarra recorre, então, a sua “amiga” formiga, mas esta fecha-lhe a porta. Resta-lhe aceitar o inesperado chocolate que o menino, ouvinte da sua história, lhe oferece. Submetido a uma série de actualizações – como o facto da casa da formiga parecer um armazém de supermercado e da cigarra inventar um rap –, aspectos que, além de sustentarem uma cativante componente humorística, acabam por aproximar a mensagem textual do receptor implícito, a fábula de L. D. Soares, sem descurar a componente estética, procura moralizar e alertar os homens para algumas das dificuldades que as duas visões da vida, simbolizadas pelas atitudes da formiga e da cigarra, poderão suscitar. A mistura de dois universos, anunciados no início da narrativa e “recuperados” no seu final – o do texto e das suas personagens e o do acto de contar esta velha história –, bem como o desfecho original contribuem para que este renovado texto fique na memória do leitor.  
Texto de : Sara Reis da Silva
Título: A Cigarra e a Formiga
Autor(es): Luísa Ducla Soares, Pedro Nogueira (Ilustrador)
Editora: Civilização

 




Sinopse:
Beatrix Potter, neste conto, faz de um pequeno esquilo o herói de uma divertida aventura. Editada, pela primeira vez, em 1911, A História do Timóteo Pé-Leve (The Tale of Timmy Tiptoes), um dos volumes assinados por esta famosa escritora e ilustradora inglesa, a autora dos clássicos Peter Rabbit Books, esta narrativa breve testemunha, uma vez mais, o seu amor à natureza e aos animais. Conta-se, neste pequeno volume pormenorizadamente ilustrado, a história de Timóteo Pé-Leve e da sua esposa Belinha, casal precavido que se ocupa a colher nozes para o Inverno e a Primavera e, ao contrário dos restantes esquilos que as enterravam no chão, a guardá-las dentro de troncos ocos. O inesperado acontece quando, por culpa de um desmemoriado esquilo que desenterra nozes que não lhe pertencem, todo o bosque entra em reboliço… Com um enredo estruturado de forma simples e um discurso apelativo, pontuado pelos diálogos vivos entre as personagens, esta é uma narrativa em que o cómico desempenha também um importante papel na captação da atenção do leitor.
Texto: Sara Reis da Silva
Título: A História do Timóteo Pé-Leve
Autor(es): Beatrix Potter, Beatrix Potter (Ilustrador)
Editora: Verbo



Sinopse:
Inaugurada com o título Gira Gira e Adriana, a colecção Aventuras da Girafa Gira Gira, assinada por Mário Castrim e ilustrada por Elsa Navarro, tem como segundo número pequeno álbum Gira Gira Vai à Escola, obra que se centra na heroína da colecção, uma girafa, que aqui surge de novo como personagem animizada e totalmente dominada por um sonho original: ir à escola. Trata-se de um enredo facilmente «aceite» pelos pequenos leitores pela proximidade estabelecida a este nível e também pela presença / intervenção de crianças na própria diegese (veja-se, por exemplo, o cortejo de centenas de crianças a favor da entrada da girafa na escola). Há, ainda, a assinalar o facto de ser precisamente pela acção de uma criança, Adriana, que o desfecho feliz da narrativa se concretiza. Esta é uma narrativa estruturada de forma simples e linear, com um número reduzido de personagens, marcada por uma coloração maravilhosa e que conta com uma forte componente pictórica.  
Texto de: Sara Reis da Silva
Título: Gira Gira Vai à Escola
Autor(es) Mário Castrim, Elsa Navarro (Ilustrador)
Editora: Campo das Letras 


Sinopse:
Num formato ligeiramente diferente do habitual e também para um público um pouco mais crescido, esta publicação de OQO mantém-se fiel à filosofia da editora, recriando de forma original, um conto tradicional africano. A dimensão tradicional oral está presente nos paralelismos e repetições que estruturam a narrativa, assim como na temática escolhida e no cariz moralizante presente no encerramento da história. Premiando a solidariedade com os outros e a esperteza e castigando o egoísmo, a inveja ou cobiça, o texto recria diferentes sortes de dois amigos animais (o rato e o coelho), no que ao casamento diz respeito. As ilustrações de Marta Torrão recriam com inusitada originalidade os ambientes propostos, mantendo-se fiéis ao estilo da ilustradora portuguesa.  
Texto: Ana Margarida Ramos 
Título: O Rato Solteiro
Autor(es): Paco Liván, Marta Torrão (Ilustrador)
Editora: OQO
 
 Sinopse:
Esta narrativa de João Pedro Mésseder, com ilustrações de Gémeo Luís, recria literariamente a temática da diferença, apelando, de forma implícita, para a tolerância e aceitação do outro. O aquário, enquanto espaço fechado e limitado fisicamente, gera conflitos e metaforiza, de alguma forma, a vida em sociedade, também ela dominada muitas vezes por lutas pelo poder e pelo domínio dos outros. A resolução positiva da intriga segue-se à necessidade de colaboração entre todos de modo a resolver problemas comuns. 
Texto: Ana Margarida Ramos
Título: O aquário
Autor(es): João Pedro Mésseder, Gémeo Luís (Ilustrador)
Editora: Deriva

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O Concurso «Eu conto!»

O Concurso «Eu conto!» é uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura, em parceria com o Banco Popular. Esta iniciativa ,  enquadra-se  na 6ª Edição da Semana da Leitura  que tem como temática central  COOPERAÇÃO/ SOLIDARIEDADE

Aos alunos da educação pré‐escolar e do 1º ciclo do ensino básico é proposta a representação/ilustração de um conto (anteriormente ouvido ou lido e relacionado com as áreas temáticas propostas) através de desenhos, colagens,
pinturas ou outras técnicas que se enquadram na produção de trabalhos de expressão plástica.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

FAÇA LÁ UM POEMA - Concurso


 No intuito de incentivar o gosto pela leitura e pela escrita de poesia, O Plano Nacional de Leitura e o Centro Cultural de Belém, numa iniciativa conjunta, convidam todas as escolas do país, públicas ou privadas, do 1º Ciclo ao Ensino Secundário, a participar no Concurso de Poesia FAÇA LÁ UM POEMA.
O Concurso ocorre entre Janeiro e Março de 2012 e terá a sua Final no dia 24 de Março de 2012. Nesta data, celebra-se, no Centro Cultural de Belém [CCB], o DIA MUNDIAL DA POESIA em cujo Programa será integrada com uma simbólica entrega de prémios aos vencedores.  

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Japão passado e presente

A Embaixada do Japão em Portugal, o Plano Nacional de Leitura e a Rede de Bibliotecas Escolares estabeleceram um protocolo, no âmbito do qual lançam em parceria o Concurso Japão Passado e Presente.
O concurso, que decorrerá ao longo do ano letivo 2011/12, irá premiar sítios/ blogues de divulgação da civilização e cultura nipónicas, concebidos e produzidos por equipas de alunos dos 2º e 3º ciclos do Ensino Básico e Ensino Secundário.
[via blogue RBE - ler mais »»]

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Concurso "Cartaz 3 de Dezembro de 2011 / Dia Internacional das Pessoas com Deficiência"

Este concurso, promovido pela Associação Nacional de Desporto para Deficientes Motores, tem por objectivo premiar o trabalho gráfico que melhor represente a mensagem subjacente à comemoração deste dia.

sábado, 19 de novembro de 2011

O concurso “Conta-nos uma história!”



O concurso “Conta-nos uma história!”. É uma iniciativa promovida pelo Ministério da Educação  e Ciência (MEC), através da Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC), do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e do Plano Nacional de Leitura (PNL), em parceria com a Microsoft. O concurso implica a conceção e desenvolvimento de recursos digitais áudio e vídeo, que consistam na produção colaborativa de uma história original ou no reconto de histórias já existentes (por exemplo, contos, fábulas, parábolas, mitos ou lendas).

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O Pequeno Grande ©

O Pequeno Grande © é um projecto promovido em parceria pela AGECOP - Associação para a Gestão da Cópia Privada e a Fundação Calouste Gulbenkian (parceria entre o Descobrir - Programa Gulbenkian Educação para a Cultura e o Serviço de Educação e Bolsas), dirigido às escolas do 1º e 2º ciclos do Ensino Básico, onde se leva a concurso um livro de autor, a realizar por jovens entre os 6 e os 12 anos de idade, no âmbito de uma turma escolar.
Ler mais AQUI

domingo, 27 de março de 2011

A aluna Inês Salvador (4ºA-Prof. Olinda Barreto), no Palácio de Belém

O Presidente Aníbal Cavaco Silva recebeu, no Palácio de Belém, os alunos vencedores do concurso escolar "Para que serve o Presidente da República?", que na companhia de pais e professores percorreram o Museu da Presidência, os jardins e o interior do Palácio.
Lançado pelo Prof. Marcelo Rebelo de Sousa e pelo canal de televisão TVI, o concurso foi aberto aos alunos dos 1º, 2º, 3º ciclos e do ensino secundário, e nele participaram jovens, dos 7 aos 17 anos, de escolas de todo o país.
Estudantes premiados de escolas de Braga, Vila do Conde, Olival (Vila Nova de Gaia), Bemposta (Leiria), Arruda dos Vinhos, Lisboa e Évora, acompanhados pelo Prof. Rebelo de Sousa e pelo jornalista da TVI Júlio Magalhães, realizaram grande parte da visita na companhia do Presidente da República e da Dra. Maria Cavaco Silva, que deram explicações complementares sobre o exercício das funções do Chefe do Estado, bem como apresentaram alguns dos espaços usados pelo Presidente quando recebe visitantes nacionais e estrangeiros.  


sexta-feira, 25 de março de 2011

O concurso «O cartaz da minha escola»


O concurso «O cartaz da minha escola» (PNL) foi lançado tendo por base a proposta de um conjunto de motes catalisadores de iniciativas que traduzam saberes e competências da população escolar, numa articulação transversal do(s) currículo(s), capazes de se constituírem num desafio à imaginação e à criatividade. Cada agrupamento de escolas escolheu um ou vários motes em função do seu projecto educativo e dinamizar iniciativas/ actividades de promoção de leitura que envolveram as crianças e os jovens, outros sectores da comunidade escolar ou mesmo a comunidade em geral.
Hoje, decorreu a selecção, dos cartazes a apresentar a concurso (1 por nível de educação e de ensino).
Enviados os trabalhos seleccionados, durante os meses de Abril /Maio, o PNL fará a análise e selecção dos cartazes apresentados a concurso. No mês de Junho (1ª  semana) será feita a divulgação dos trabalhos vencedores.
Aqui ficam, o cartazes apresentados a concurso para representarem o nível de ensino do Pré-Escolar e do 1ºCiclo.
Jardim de Infância do Bairro Alto

EB1 de Casal do Monte - Retorta

Os outros cartazes

quinta-feira, 17 de março de 2011

Parabéns Inês Salvador, parabéns Prof. Olinda Barreto!

A 9 de Outubro de 2010, no Jornal Nacional da TVI, o Professor Marcelo Rebelo de Sousa lançava o concurso ”Para que serve o Presidente da República?”
Podiam participar os alunos do 1º, 2º, 3º ciclos ou ensino Secundário
Para participarem neste concurso teriam de:
- Redigir um texto, individualmente ou em grupo, de acordo com o tema proposto;
- Não havia limite de espaço para expor as ideias;
- Podiam pedir ajuda na Biblioteca Escolar, ao professor de Língua Portuguesa ou outro para que este pudesse fazer uma última leitura e propor correcções;
- O trabalho devia ser enviado, via correio electrónico, para president@tvi.pt, até 15 de Janeiro de 2011.

A Professora Olinda Barreto esteve atenta a este concurso, e eis que uma excelente surpresa foi recentemente divulgada, em directo no mesmo canal televisivo, a dar conta que a sua aluna Inês Salvador (4ºAno) tinha obtido o 2º lugar a nível nacional.
Parabéns Inês, parabéns Prof. Olinda. O prémio será entregue em Lisboa. Ficamos a guardar uma fotografia desse momento!



Para que serve um presidente da República?

O Presidente da República, em Portugal, faz as vezes do Rei. Ele foi eleito pela maioria dos portugueses para os representar. É o representante máximo dos portugueses, e a imagem de um povo. Para que os estrangeiros e países ricos possam conhecer o nosso país e as coisas bonitas que fazemos, o presidente entra em contacto com outros países e mostra-lhes tudo o que Portugal tem para produzir e vender.
O nosso presidente tem uma equipa de pessoas para falar com todos os países do Mundo. Quando ele vê que há um país muito interessado em alguma coisa que possa enriquecer o nosso, ele vai ter com esse país ou convida os seus representantes para cá virem e mostra-lhes tudo de bom que temos para vender. A isto chama-se promover.
 O Presidente tem um trabalho complicado que é promover tudo o que os portugueses conseguem imaginar, criar e vender ou até trocar.
O Presidente faz outra coisa importante. É ele que pode chamar a atenção das pessoas que devem guardar o dinheiro do nosso país. Ele vê se as contas estão bem ou não. É como os nossos pais, em casa. Só que no país, as contas e as despesas são muito maiores do que as de casa. O país é como a nossa casa. O presidente é o pai e o governo é a nossa mãe. É mais ou menos assim, mas também é mais complicado do que isto.
 Inês Salvador - 4º B

terça-feira, 15 de março de 2011

Concurso para Escolas

“A Árvore dos Desejos” desafia a criatividade dos alunos.
Em pleno Ano Internacional das Florestas e com o dia da Árvore e das Florestas (21 de Março) a aproximar-se, o Núcleo do Porto da Quercus desafia todas as escolas a construírem a sua Árvore dos Desejos. Esta é uma actividade para todas as idades, que apela à imaginação e conhecimentos sobre as árvores e aos trabalhos manuais. As mais criativas ganham uma actividade grátis da Quercus. Saiba aqui como concorrer. 
Clique na imagem para saber +

domingo, 13 de março de 2011

"A Vida nas Florestas"

A Bayer e a UNEP (United Nations Environment Programme) convidam todas as crianças entre os 6 e os 14 anos a participarem na 20ª Edição do Concurso Internacional de Desenho, integrado no Ano Internacional das Florestas e cujo tema é "A Vida nas Florestas". Os desenhos a concurso devem ser criados especificamente para a competição, ser apresentados em formato A3 ou A4, não havendo restrições relativamente às tintas a utilizar.  Os trabalhos devem ser enviados até ao próximo dia 31 de Março, 
para: Bayer Portugal S.A.
“Concurso de Desenho”
Rua Quinta do Pinheiro, 5
2794.003 Carnaxide

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Tin Chi Ting Coco, 14 anos , de Hong Kong foi a vencedora Mundial 2010.

 

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Se Maomé não vai a montanha, a montanha vem até Maomé :-)

"Independentemente do nível de ensino, os professores bibliotecários estabelecem redes de trabalho cooperativo, desenvolvendo projectos de parceria(…). São eles os co-responsáveis pela liderança e gestão das bibliotecas e serviço de biblioteca no agrupamento. (…)"
(In, Para uma gestão integrada da biblioteca escolar do agrupamento
Orientações. 2010. Lisboa. Rede Bibliotecas Escolares)
Já em 1999, o Manifesto para as Bibliotecas Escolares da UNESCO fazia também a defesa do trabalho colaborativo, sublinhando os resultados que permite alcançar:
“…quando os bibliotecários e os professores trabalham em conjunto, os alunos atingem níveis mais elevados de literacia de aprendizagem, de resolução de problemas e competências no domínio das tecnologias de informação e comunicação.”(2)
Foi tudo isto que hoje aconteceu com e para os alunos do 4º ano da EB1 Nº1. Tentando eliminar as distâncias geográficas a docente de ET, Prof. Maria do Céu Silva, exercendo funções na escola sede e membro da equipa da BE Sede, deslocou-se até à BE dos Correios para fazer, com estes alunos, um workshop sobre a decoração de colheres de pau.
Numa primeira fase, os alunos foram recebidos na BE e aí tivemos tempo para dialogar acerca desta antiga e bonita tradição de Vila-condense “A Feira dos Vinte e as colheres de pau”. 
Depois e com base nos ensinamentos dados por esta mestre em arte, foi tempo de imaginação, muita criatividade e o AMOR foi a palavra-chave.

Alunos do 4º Ano 
Alunos das Professoras 
Ana Bouça-Nova, Olinda Barreto e Eulália Machado

Todas as colheres estarão em exposição na BE Sede até ao dia 14 de Fevereiro. Nessa data serão conhecidos os vencedores deste ano. Até lá irão continuar os workshops na BE Livros na Areia e na BE da Escola Sede.
No final, todos os alunos tiveram direito a um certificado!