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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Muito antes das mensagens por telemóvel ...
Os Lenços de Amor ou de Namorados têm como origem os lenços senhoris dos séculos XVII e XVIII e foram posteriormente adaptados pelas mulheres do povo. Numa primeira fase, começaram a ser usados como adereço do traje feminino passando mais tarde a peça integrante do enxoval que a moça começava a preparar na infância. “Entre lençóis e atoalhados era comum bordar-se um lenço subordinado ao tema do amor “depois de concluído era usado pela autora na bainha da saia ou no bolso do avental e mais tarde seria oferecido ao rapaz por ela escolhido.
Desde sempre, os portugueses partiram: ou para ganhar o sustento noutro lugar, ou para a guerra, ou para embarcarem em navios na aventura da Expansão
Na hora da despedida, em certas regiões do norte de Portugal, era “obrigatório” a rapariga apaixonada oferecer um lenço ao namorado. Lenço bordado por ela, com uma quadra da sua autoria. Se bordava com erros ortográficos, isso era pormenor insignificante, o que contava - e conta - são os sentimentos.
“Os lenços eram uma espécie de anéis de noivado, na medida em que o seu uso por parte do homem significava aceitar o compromisso com a moça que o bordou. Eram uma declaração de amor que as “moças em idade casadoira” ofereciam como uma prenda entre namorados. Este, por sua vez, para assumir publicamente o compromisso, usava-o por cima do casaco domingueiro, no bolso, ou ao pescoço”.
Os símbolos mais comuns que encontramos nos Lenços estão directa ou indirectamente ligados ao seu tema chave: o amor. Corações, motivos florais, chaves, pássaros e ramos. “Encontramos também silvas que são adornos bordados em forma de cercadura que imitam motivos florais e são também utilizadas para as orlas dos lenços”.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Fala-me de Amor (VII)
O
autor desta encantadora história de amor é Max Velthuijs, artista holandês de reputação internacional, cujos livros
têm sido publicados no mundo inteiro. Entre os seus numerosos prémios contam-se
o Lápis de Ouro da Holanda (duas vezes) e o American Graphic Award da Society of Ilustrators.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Fala-me de amor (V)
Título: Dá-me um abraço
Autor: John A . Rowe
Editora: Ambar
Sinopse:
A única coisa no mundo que o pequeno Piquinhos quer é um abraço.A todo o lado a que vai vê abraços - na cidade, no parque, na estação de comboio. Mas o pobre Piquinhos é tão espinhoso que ninguém se quer aproximar dele."Por favor", pede ele, "alguém me pode dar um abraço?". Infelizmente ninguém em lado nenhum quer dar-lhe um. Quando está prestes a desistir, ouve uma voz no meio da multidão a gritar: "Alguém me dá um beijinho?" Será a oportunidade do Piquinhos de fazer um amigo?
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
"Fala-me de amor" (I)
Montra na biblioteca, "Fala-me de amor".
As princesas, os príncipes e ... foram felizes para sempre...

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Cartas...muitas cartas...hoje de amor!!!
Sabes como aparecem as cartas na caixa do correio da tua casa?
Por telemóvel, telefone, facebook, carta….telegrama(quem sabe...) muitos vão: dizer “Tenho tantas saudades tuas!”
Inserido no Plano Nacional de Leitura, Tenho tantas saudades tuas trata, de forma apelativa, de uma questão sensível: a relação de amizade entre duas personagens (um porco-espinho e uma ratinha), diferentes no género e no aspecto, e as saudades que sentem um do outro, em resultado da distância que os separa devido a uma viagem. Os dois amigos vão contando os dias que faltam até ao tão esperado reencontro e, enquanto isso, trocam cartas e vão imaginando a partilha das experiências que vivenciam. Quando, finalmente, chega o momento esperado, acabam por se desencontrar e ter de esperar mais um pouco para se poderem abraçar e matar saudades. Com uma estrutura repetitiva e paralelística e ilustrações muito sugestivas dos sentimentos partilhados, marcadas por tonalidades predominantemente suaves, este é um álbum apelativo e perfeitamente adequado aos mais novos que, para além de ajudar a trabalhar a noção de tempo e a contagem decrescente dos números, também se torna interessante na revelação de como a amizade está para além das diferenças físicas e da distância.
Texto de: Carla Vigário
Título: Tenho tantas saudades tuas!
Autor: Moritz Petz
Editora: Ambar
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domingo, 12 de fevereiro de 2012
S. Vatentim e o Dia dos Namorados
Diz-se que o imperador Cláudio pretendia reunir um grande exército para expandir o império romano.
Para isso, queria que os homens se alistassem como voluntários, mas a verdade é que eles estavam fartos de guerras e tinham de pensar nas famílias que deixavam para trás...
Se eles morressem em combate, quem é que as sustentaria?
Cláudio ficou furioso e considerou isto uma traição. Então teve uma ideia: se os homens não fossem casados, nada os impediria de ir para a guerra. Assim, decidiu que não seriam consentidos mais casamentos.
Os jovens acharam que essa era uma lei injusta e cruel. Por seu turno, o sacerdote Valentim, que discordava completamente da lei de Cláudio, decidiu realizar casamentos às escondidas.
A cerimónia era um acto perigoso, pois enquanto os noivos se casavam numa sala mal iluminada, tinham que ficar à escuta para tentar perceber se haveria soldados por perto.
Uma noite, durante um desses casamentos secretos, ouviram-se passos. O par que no momento estava a casar conseguiu escapar, mas o sacerdote Valentim foi capturado. Foi para a prisão à espera que chegasse o dia da sua execução.
Durante o seu cativeiro, jovens passavam pelas janelas da sua prisão e atiravam flores e mensagens onde diziam acreditar também no poder do amor.
Entre os jovens que o admiravam, encontrava-se a filha do seu carcereiro. O pai dela consentiu que ela o visitasse na sua cela e aí ficavam horas e horas a conversar.
No dia da sua execução, Valentim deixou uma mensagem à sua amiga (por quem dizem que se apaixonou), agradecendo a sua amizade e lealdade.
Ao que parece, essa mensagem foi o início do costume de trocar mensagens de amor no dia de S. Valentim, celebrado no dia da sua morte, a 14 de Fevereiro do ano de 269.
Inf. recolhida em http://www.junior.te.pt
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