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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
Hoje, Dia da Restauração da Independência.
Como sabes, hoje dia 1 de Dezembro é feriado em Portugal.
Neste dia comemora-se o Dia da Restauração da Independência.
Queres saber porquê?
Tudo começou em finais do séc. XVI: o rei de Portugal era D. Sebastião.
Em 1578, D. Sebastião morreu na batalha de Alcácer-Quibir, no norte de África. Portugal ficou, assim, sem rei, pois D. Sebastião era muito novo e ainda não tinha filhos, não havia herdeiros directos para a coroa portuguesa.
Assim, quem subiu ao trono foi o Cardeal D. Henrique, que era tio-avô de D. Sebastião. Mas só reinou durante dois anos porque nem todos estavam de acordo com ele como novo rei.
Mas atenção: estas coisas nunca são simples, houve muitos pretendentes e isto deu muita confusão...
Em 1580, nas Cortes de Tomar, Filipe II, rei de Espanha, foi escolhido como o novo rei de Portugal. A razão para a escolha foi simples: Filipe II era filho da infanta D. Isabel e também neto do rei português D. Manuel, por isso tinha direito ao trono.
Nessa altura, era frequente acontecerem casamentos entre pessoas das cortes de Portugal e Espanha, o que fazia com que houvesse espanhóis que pertenciam à família real portuguesa e portugueses que pertenciam à família real espanhola.
Durante 60 anos, viveu-se em Portugal um período que ficou conhecido na História como "Domínio Filipino". Depois do reinado de Filipe II (I de Portugal), veio a governação de Filipe III (II de Portugal) e Filipe IV (III de Portugal). Estes reis governavam Portugal e Espanha ao mesmo tempo, como um só país.
Os portugueses acabaram por revoltar-se contra esta situação e, no dia 1 de Dezembro de 1640, puseram fim ao reinado do rei espanhol num golpe palaciano (um golpe só para derrubar o rei e o seu governo).
Sabias que havia também defensores do rei espanhol em Portugal? Mas o povo não gostava disso porque o País não era governado com justiça e havia muitos problemas e ataques às províncias ultramarinas e, especialmente, ao Brasil.
Na altura, a Duquesa de Mântua era vice-rainha e Miguel de Vasconcelos era escrivão da Fazenda do Reino. Tinha imenso poder.
No dia 1 de Dezembro de 1640, os Restauradores mataram-no a tiro e foi defenestrado (atirado da janela abaixo) no Paço da Ribeira.
Filipe III abandonou o trono de Portugal e os portugueses escolheram D. João IV, duque de Bragança, como novo rei.
O dia 1 de Dezembro passou a ser comemorado todos os anos como o Dia da Restauração da Independência de Portugal, já que o trono voltou para um rei português.
(in, http://www.junior.te.pt)
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Dia da Restauração da Independência
Como sabes, hoje dia 1 de Dezembro é feriado em Portugal.
Neste dia comemora-se o Dia da Restauração da Independência.
Queres saber porquê?
Tudo começou em finais do séc. XVI: o rei de Portugal era D. Sebastião.
Em 1578, D. Sebastião morreu na batalha de Alcácer-Quibir, no norte de África. Portugal ficou, assim, sem rei, pois D. Sebastião era muito novo e ainda não tinha filhos, não havia herdeiros directos para a coroa portuguesa.
Assim, quem subiu ao trono foi o Cardeal D. Henrique, que era tio-avô de D. Sebastião. Mas só reinou durante dois anos porque nem todos estavam de acordo com ele como novo rei.
Mas atenção: estas coisas nunca são simples, houve muitos pretendentes e isto deu muita confusão...
Em 1580, nas Cortes de Tomar, Filipe II, rei de Espanha, foi escolhido como o novo rei de Portugal. A razão para a escolha foi simples: Filipe II era filho da infanta D. Isabel e também neto do rei português D. Manuel, por isso tinha direito ao trono.
Nessa altura, era frequente acontecerem casamentos entre pessoas das cortes de Portugal e Espanha, o que fazia com que houvesse espanhóis que pertenciam à família real portuguesa e portugueses que pertenciam à família real espanhola.
Durante 60 anos, viveu-se em Portugal um período que ficou conhecido na História como "Domínio Filipino". Depois do reinado de Filipe II (I de Portugal), veio a governação de Filipe III (II de Portugal) e Filipe IV (III de Portugal). Estes reis governavam Portugal e Espanha ao mesmo tempo, como um só país.
Os portugueses acabaram por revoltar-se contra esta situação e, no dia 1 de Dezembro de 1640, puseram fim ao reinado do rei espanhol num golpe palaciano (um golpe só para derrubar o rei e o seu governo).
Sabias que havia também defensores do rei espanhol em Portugal? Mas o povo não gostava disso porque o País não era governado com justiça e havia muitos problemas e ataques às províncias ultramarinas e, especialmente, ao Brasil.
Na altura, a Duquesa de Mântua era vice-rainha e Miguel de Vasconcelos era escrivão da Fazenda do Reino. Tinha imenso poder.
No dia 1 de Dezembro de 1640, os Restauradores mataram-no a tiro e foi defenestrado (atirado da janela abaixo) no Paço da Ribeira.
Filipe III abandonou o trono de Portugal e os portugueses escolheram D. João IV, duque de Bragança, como novo rei.
O dia 1 de Dezembro passou a ser comemorado todos os anos como o Dia da Restauração da Independência de Portugal, já que o trono voltou para um rei português.
(in, http://www.junior.te.pt)
terça-feira, 5 de outubro de 2010
“10 Séculos, 10 histórias”
O jornal Expresso lança, no próximo dia 16 de Outubro, uma nova colecção para os mais novos:
“10 Séculos, 10 histórias”
Esta colecção irá dar a conhecer aos mais novos, a história de Portugal.
A colecção é composta por 10 livro + 10 CD
Cada livro, um século. Histórias divertidas sobre os 10 episódios marcantes da História de Portugal, desde a fundação do País por D. Afonso Henriques até à chegada do Euro.
Primeiro livro a 16 de Outubro e o último a 18 de Dezembro.
· 1º livro - Nasce uma Nação
· 2º livro - Portugal Total
· 3º livro - Em Aljubarrota não há derrota!
· 4º livro - Não dêem Cabo da Esperança!
· 5º livro - Que grande Epopeia!
· 6º livro - Restauração, enfim!
· 7º livro - Lisboa em ruínas
· 8º livro - Um Rei, dois Reinos
· 9º livro - Viva a República!
· 10º livro - Chegou o euro
sábado, 2 de outubro de 2010
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Comemorações oficiais do Centenário da República - começaram hoje

As Comemorações Oficiais do Centenário da República tiveram início esta quarta-feira, às 17h00, com o desfraldar da Bandeira Nacional no Terreiro do Paço, em Lisboa.
Muitas das actividades ligadas à comemoração dos 100 anos de República foram-se realizando ao longo do ano, como exposições, que de 30 de Setembro a 5 de Outubro vão estar abertas até à meia-noite.
É hoje lançada em todo o país a iniciativa Repórteres da República, que apela a todos quantos tiverem fotografias dos eventos relacionados com esta comemoração que participem colocando-as no Facebook ou enviando-as para reporterrepublica@centenariorepublica.pt até ao dia 10 de Outubro. Para além das cerimónias oficiais do 5 de Outubro, que acontecerão um pouco por todo o país, destaque para o concerto comemorativo do centenário, no dia 4, no Centro Cultural de Belém, o grande baile da República, também no dia 4, na Alameda D. Afonso Henriques, ou a Incrível Tasca Móvel, que estará no Rossio entre os dias 1 e 3, tudo em Lisboa. Para o dia 5, foram convidadas todas as bandas filarmónicas do país para, em uníssono, tocarem o Hino Nacional, que se ouvirá às 10h30 na Praça do Município de Lisboa. (in,http://fugaspublico.blogspot.com).
Em Vila do Conde também são várias as iniciativas programadas para comemorar esta importante data da nossa história.
Aqui fica o programa. Estão todos convidados a participar.
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