sexta-feira, 3 de novembro de 2017

FORMAÇÃO DE UTILIZADORES

PARTE I - FORMAÇÃO DE UTILIZADORES - Alunos do 1º Ano , turma da Prof. Isa León
PARTE II - FORMAÇÃO DE UTILIZADORES - Alunos do 1º Ano, turma da Prof. Isabel Antão
PARTE III - FORMAÇÃO DE UTILIZADORES - Alunos do 1º Ano , turma da Prof. Liliana Guedes Alegria máxima ... 
Os utilizadores mais pequeninos da nossa biblioteca começam a perceber o serviço de empréstimo e organização dos livros nas estantes.
- Houve problema???? 
- Sim
- Qual???
- A escolha é muito difícil..







quarta-feira, 1 de novembro de 2017

A decoração da entrada da "nossa casa pequena onde todos cabem"

Lá dentro, outras descobertas serão feitas acerca deste tema.


Pela nossa AO Rosa Ferreira


Antes do Halloween, era o Pão por Deus - na Visão por Rosa Ruela



Se um grupo de miúdos lhe bater à porta, a cantarolar “Bolinhos, Bolinhós, para mim para vós”, não estranhe. O dia 1 de novembro também é, por tradição, dia de lhes encher os sacos com guloseimas


Bolinhos e bolinhós
Para mim e para vós.
Para dar aos finados
Qu'estão mortos, enterrados.

À porta da bela cruz
Truz! Truz! Truz!
A senhora que está lá dentro
Assentada num banquinho.
Faz favor de s'alevantar
P’ra vir dar um tostãozinho.

A cantilena é antiga e quem a decorou espera receber em troca alguma coisa e agradecer dizendo:

Esta casa cheira a broa
Aqui mora gente boa.
Esta casa cheira a vinho
Aqui mora algum santinho.

Debaixo da língua traz mais uns versos, apropriados para responder aos que nem chegam a abrir-lhe a porta: “Esta casa cheira a alho/Aqui mora algum espantalho./Esta casa cheira a unto/Aqui mora algum defunto”.
Reza a história que o Pão por Deus tem raízes num ritual pagão do século XV que foi cimentado um ano depois do terramoto de 1755. Nesse dia 1 de novembro, a população mais pobre de Lisboa terá aproveitado para sair às ruas e bater à porta dos mais afortunados, e, assim, mitigar um pouco a fome.
A tradição manteve-se ao logo dos tempos, sobretudo fora das grandes cidades, e com duas alterações significativas. O “peditório” passou a ser feito apenas por crianças, e, em vez de pão, os donos das casas dão hoje bolinhos, romãs e frutos secos (em Trás-os-montes, por exemplo) ou doces e guloseimas. Para gáudio de uns poucos, também há quem dê dinheiro.
Por isso, já sabe: se um grupo de miúdos lhe bater à porta este domingo, exija-lhes que façam como deve ser. Cantarolando os versos do início deste artigo ou, a bem da tradição, que digam pelo menos:

Pão por Deus
Fiel de Deus.
Bolinho no saco
Andai com Deus.
Jornalista)

(In:
http://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/2017-10-31-Antes-do-Halloween-era-o-Pao-por-Deus)

terça-feira, 31 de outubro de 2017

AQUI ESTÁ !!!! SOMOS UMA SÓ PARTE DE MUITOS!!!



A Escola Secundária D. Afonso Sanches acolheu o ato de encerramento do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares (MIBE) 2017, cujo lema definido pela International Federation of Library Associations and Institutions (IFLA) para este ano foi "Ligando Comunidades e Culturas".
Estou FELIZ, muito feliz.... 
Ali, tod@s, por uns breves minutos, celebramos a VIDA QUE EXISTE NAS NOSSAS BIBLIOTECAS ESCOLARES.
- GRATA à Diretora do Agrupamento por dar valor, atenção a estes espaços e "aturar as minhas loucuras" à volta dos livros.
- GRATA à Coordenadora AO Manuela Azevedo, pela eficiência e capacidade organizativa em todos os projetos desenvolvidos e o carinho que tem pelas bibliotecas escolares
- GRATA às "minhas" queridas AO Silvina Craveiro,Rosa Ferreira e Fátima Gomes, sempre presentes e disponíveis
- GRATA aos coleg@s que colaboraram e que quiseram ficar nesta fotografia para memória futura
- GRATA pela presença da Coord de Dep de 1º Ciclo, Prof. Conceição Postiga, Coord. do Centro Escolar de Areia Prof. Paula Lopes, ao Coord. da EB1 Prof. Pedro Soares e à Coord da EB 2/3 Julio Saul Dias, Prof. Helena Lobo.
- GRATA, MUITO GRATA ao AUTOR destas imagens, o meu querido AMIGO Agente Paulo Marta que está SEMPRE disponível para me "aturar"
-GRATA a tad@s os AO que ajudaram nesta atividade 
- GRATA a TOD@S @S ALUN@S..... SEM VOCÊS NÃO EXISTIRIAM BIBLIOTECAS ESCOLARES. 
- Para si, minha querida "sócia" Olga Veloso, sei que sabe o que é "isto".


segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Queres saber o que é que se passa na noite de 31 de Outubro para o dia 1 de Novembro???

Santos e Halloween: Mortos e Festas 

Dia de Todos os Santos 
Se reparares no calendário da Igreja, cada dia tem o seu santo. No entanto, há mais santos do que os 365 dias do ano...
Por isso a Igreja Católica escolheu o dia 1 de Novembro para os honrar a todos. Daí ser "Dia de Todos os Santos". Ainda por cima é feriado.
No início do século VII, o Papa Bonifácio IV designou o dia 1 de Novembro como "O Dia de Todos os Santos". No século X, a Igreja dedicou o dia 2 de Novembro às almas, em memória de todos os falecidos.
Sabes de onde vem a palavra Halloween? É que Dia de Todos os Santos diz-se em inglês All Hallows Day. E, como vais descobrir, a noite anterior a este dia é muito importante, por isso Halloween é uma abreviatura de All Hallows Even - "Noite de Todos os Santos"!
Halloween, Dia de Todos os Santos e Dia de Finados (dos Mortos) passaram a fundir-se numa mesma tradição. Tudo isto se relaciona: os santos, a vida, a morte, a festa...

Acreditava-se que na Noite das Bruxas os fantasmas voltavam à Terra em busca de alimento e companhia para levarem para o outro mundo.
Assim, as pessoas pensavam que encontravam almas penadas se saíssem de casa nessa noite. 

Por isso, para não serem reconhecidas pelos fantasmas, usavam máscaras quando saíam de casa, para serem confundidas com espíritos que andavam à solta a tentar apanhar almas vivas. E para manter os espíritos longe de casa, as pessoas colocavam tigelas de comida à porta para os satisfazer e os impedir de entrar.
Também para se proteger, carregam lanternas, porque a luz e os fantasmas não se dão muito bem... Uns são da noite e das trevas (escuridão e morte) e a luz significa a vida.

"Pão por Deus"
Celebrar o Dia de Todos os Santos
Em Portugal, no dia de Todos os Santos, de manhã bem cedinho, as crianças saem à rua em pequenos grupos para pedir o "Pão por Deus". 
Passeiam assim por toda a povoação e ao fim da manhã voltam com os seus sacos de pano cheios de romãs, maçãs, doces, bolachas, rebuçados, chocolates, castanhas, nozes e, às vezes, até dinheiro! 
Há povoações em que se chama a este dia, o "Dia dos Bolinhos".    


  

Antigamente todas as pessoas iam pedir o "Pão por Deus" porque havia muita pobreza e havia mesmo necessidade de pedir. 
Normalmente as pessoas punham as mesas com o que tinham em casa (comida e bebida) e, quando chegavam os pobres, entravam e comiam à vontade e à saída ainda lhes davam mais alguma coisa. 
Hoje já só pedem as crianças para não se perder a tradição. E mesmo assim, só nas terras mais pequenas. 
Sabias que aí é costume neste dia as pessoas confeccionarem broas para comerem e darem?
Halloween - "trick or treat!" 
A tradição de dar doces, guloseimas e frutas veio dos duendes (e da Irlanda), que eram considerados maus pelos antigos celtas. 
Nessa noite eles gostavam de pregar partidas ("tricks") aos humanos. 
Para lhes agradar e evitar as suas maldades, as pessoas deixavam doces e frutas ("treats") à porta das suas casas. 
Daí surgiu a famosa frase "trick ou treat" que dizem as crianças norte-americanas (e canadianas) quando celebram o Halloween, o Dia das Bruxas, e pode ser traduzida como "presentes ou partidas".
Já reparaste que esta história do «Pão por Deus» das crianças portuguesas pedirem à porta das casas é parecida com a das crianças norte-americanas? 


Como se diz que nessa noite os fantasmas andam à solta, todas as partidas são válidas, mas é preciso estar mascarado como eles (os espíritos) para não sermos levados pelas almas do outro mundo. 
Também para se protegerem deles, os miúdos carregam lanternas feitas com uma abóbora escavada. 

Essas lanternas também se põem à porta de casa, para espantar os espíritos. 
Desde há algum tempo, Portugal tem-se deixado influenciar por muitos aspectos que não fazem parte da nossa cultura e tem celebrado oHalloween nas escolas, clubes e até em centros comerciais, mas também deviam olhar para as tradições que são mais nossas. 
(Informação recolhida em junior.te.pt)