MUITAS OPÇÕES PARA FALAR DE AMOR E AMIZADE
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2023
domingo, 5 de fevereiro de 2023
terça-feira, 31 de janeiro de 2023
domingo, 6 de fevereiro de 2022
Falar de amizade....falar de AMOR
Autora do painel, Prof. Teresa Vera Silva
Com origem no século XVIII, os Lenços dos Namorados (ou Lenços de Pedido) eram, segundo a tradição minhota, panos de linho ou de algodão alegremente bordados, com motivos florais, símbolos amorosos (coração, pássaros a voar, chaves, …) e mensagens em quadras num português arcaico, não raras vezes com erros ortográficos, evidenciando a falta de escolaridade das autoras.
Quem os bordava eram raparigas simples dos meios rurais da região do Minho, que declaravam o Amor através desta forma de código. Em finos panos de linho, tecidos por elas, ou em lenços de algodão comprados a feira, as raparigas bordavam-nos, com os cuidados que o palpitar do coração punha nas mãos.
Depois de bordado, secretamente, faziam chegar o lenço ao amado e se este o usasse em público era sinal que o amor era correspondido, começando assim o namoro, não poucas vezes, às escondidas..
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020
... e ERA UMA VEZ ...
.. e ERA UMA VEZ ...
contos de fadas, princesas, príncipes e outras coisas mais, saíram das estantes
para mostrar aos nossos alunos diferentes versões....diferentes
edições/ilustrações/impressões do mesmo conto.
... e ERA UMA VEZ... e aconteceu de verdade ... duas
histórias de amor que acabaram mal... também estão na casa pequena onde todos
cabem.
... e ERA UMA VEZ... descobrir o que são os "Lenços de
Namorados" também conhecidos por "Lenços de Pedidos"
E na porta lá está o AVISO ... "Troca as Voltas à Gripe".(cartaz arquivado,
desde o "tempo" da Gripe A)







segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Muito antes das mensagens por telemóvel ...
Os Lenços de Amor ou de Namorados têm como origem os lenços senhoris dos séculos XVII e XVIII e foram posteriormente adaptados pelas mulheres do povo. Numa primeira fase, começaram a ser usados como adereço do traje feminino passando mais tarde a peça integrante do enxoval que a moça começava a preparar na infância. “Entre lençóis e atoalhados era comum bordar-se um lenço subordinado ao tema do amor “depois de concluído era usado pela autora na bainha da saia ou no bolso do avental e mais tarde seria oferecido ao rapaz por ela escolhido.
Desde sempre, os portugueses partiram: ou para ganhar o sustento noutro lugar, ou para a guerra, ou para embarcarem em navios na aventura da Expansão
Na hora da despedida, em certas regiões do norte de Portugal, era “obrigatório” a rapariga apaixonada oferecer um lenço ao namorado. Lenço bordado por ela, com uma quadra da sua autoria. Se bordava com erros ortográficos, isso era pormenor insignificante, o que contava - e conta - são os sentimentos.
“Os lenços eram uma espécie de anéis de noivado, na medida em que o seu uso por parte do homem significava aceitar o compromisso com a moça que o bordou. Eram uma declaração de amor que as “moças em idade casadoira” ofereciam como uma prenda entre namorados. Este, por sua vez, para assumir publicamente o compromisso, usava-o por cima do casaco domingueiro, no bolso, ou ao pescoço”.
Os símbolos mais comuns que encontramos nos Lenços estão directa ou indirectamente ligados ao seu tema chave: o amor. Corações, motivos florais, chaves, pássaros e ramos. “Encontramos também silvas que são adornos bordados em forma de cercadura que imitam motivos florais e são também utilizadas para as orlas dos lenços”.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Fala-me de Amor (VII)
O
autor desta encantadora história de amor é Max Velthuijs, artista holandês de reputação internacional, cujos livros
têm sido publicados no mundo inteiro. Entre os seus numerosos prémios contam-se
o Lápis de Ouro da Holanda (duas vezes) e o American Graphic Award da Society of Ilustrators.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Fala-me de amor (V)
Título: Dá-me um abraço
Autor: John A . Rowe
Editora: Ambar
Sinopse:
A única coisa no mundo que o pequeno Piquinhos quer é um abraço.A todo o lado a que vai vê abraços - na cidade, no parque, na estação de comboio. Mas o pobre Piquinhos é tão espinhoso que ninguém se quer aproximar dele."Por favor", pede ele, "alguém me pode dar um abraço?". Infelizmente ninguém em lado nenhum quer dar-lhe um. Quando está prestes a desistir, ouve uma voz no meio da multidão a gritar: "Alguém me dá um beijinho?" Será a oportunidade do Piquinhos de fazer um amigo?
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
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