segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Parece o "Vira do Minho"

Mas não....é só, o final de uma manhã muito animada na "casa pequena", com os alunos da EB Meia Laranja.
Assuntos:
-Projeto "Toma lá, dá cá"
-Os presentes que não se compram
-A História de Natal 

- e para terminar uma canção de Natal com coreografia tipo " vira do minho"




quarta-feira, 23 de novembro de 2016

As TIC para a turma da Prof. Isabel Leão

Utilizando as redes sociais "mostraram" aos pais o texto que escreveram mais recentemente em grupo. 
Ainda, através das TIC, consolidaram conhecimentos sobre os romanos na Península Ibérica. 



Presentes que NÃO se compram

Alunos do 4° ano, turma da Prof. Isabel Leão, pensaram num presente de natal que NÃO se compre

Projeto "Toma lá, dá cá"

As "prateleiras solidárias", aumentam diariamente!!! 




A "Caixa das Surpresas para a PB"

Quando na "Caixa das Sugestões", não há nenhuma.... e pq será??? Temos a "Caixa das Surpresas para a PB", FELIZMENTE!!! 
Hoje, mais uma.... RI, RI e voltei a rir .... 
Isto é o que acontece quando a escrita "dá as mãos" à criatividade. Parabéns, Prof.Isabel Leãol!!! 
Bem haja, por despertar e provocar nos seus alunos a magia da escrita criativa. Parabéns meni@s , fico à espera de mais :-)



domingo, 20 de novembro de 2016

É hoje, mas festejado AMANHÃ, em muitas escolas



A Missão Pijama é uma iniciativa criada pela MUNDOS DE VIDA, em 2012, com a finalidade de sensibilizar o país para o "direito de uma criança crescer numa família", promover o acolhimento familiar de crianças e reduzir o número de crianças institucionalizadas.
A Missão Pijama da MUNDOS DE VIDA nasceu com este propósito e tem vindo a organizar um conjunto de iniciativas de sensibilização, sendo as mais significativas o DIA NACIONAL DO PIJAMA e a maior CAMINHADA DO PIJAMA do mundo.
Com um povo tão solidário como o português, é possível encontrar novas soluções, dando esperança a milhares de crianças que vivem uma infância sem memórias de uma vida em família. Como aconteceu noutros países, a gestão da mudança, passa pela sensibilização e pela mudança de mentalidades de uma cultura de institucionalização que ainda prevalece nas estruturas do país.
Na realidade, 8.142 crianças, em Portugal, vivem em centros e lares de acolhimento, número que representa 96% do total das crianças separadas dos seus pais. Apenas 4% das crianças vivem com uma família, no nosso país, quando em França são 64% e em Inglaterra o número sobe para 77%.
A União Europeia, em 2013, fez inclusivamente uma recomendação a Portugal para que fossem criados filtros para impedir a institucionalização de mais crianças e que fosse desenvolvido o acolhimento familiar. 
A Mundos de Vida, pioneira no desenvolvimento do acolhimento familiar, no nosso país, já acolheu 118 crianças em famílias de acolhimento de qualidade que tem vindo, anualmente, a captar através do seu programa “Procuram-se Abraços”.
Este ano, no dia 20 de novembro, a Convenção Internacional dos Direitos da Criança faz 26 anos. A missão pijama foi, em 2014-2015, um pilar das celebrações. Espera chegar a cada vez mais portugueses para juntos, passo a passo, criança a criança. abraço a abraço, criarmos um país onde crescer numa família possa ser para cada criança a realidade de cada dia.

... e ele foi o PRIMEIRO!!! PROJETO "TOMA LÁ, DÁ CÁ!" 2016

Assim começa, mais uma ano em que as nossas bibliotecas escolares são espaço de partilha solidária.





PARABÉNS, Prof. Liliana Guedes e seus alun@s!!!

Antes de mais, tenho que referir que este trabalho é IGUAL para os alunos de todos os outros ciclos !!!!
Na passada 6ªf, estes alunos demonstraram um comportamento exemplar.... muito interessados, muito concentrados no preenchimento dos questionários do Modelo de Avaliação da Biblioteca Escolar(MABE) que é um instrumento criado pela RBE para que as bibliotecas possam, de forma estruturada, realizar a avaliação da sua ação e definir estratégias de melhoria e desenvolvimento das suas práticas nos diferentes domínios de atuação.
Este trabalho estrutura-se de forma cíclica, alternando a implementação de um plano de melhoria e a apresentação do respetivo relatório de execução com a aplicação do modelo e a elaboração de um relatório de avaliação.

Muito Felizes por participar!!! Turma da Prof. Isabel Leão

Concurso "UMA AVENTURA" 




Muitas turmas!!!! Mas muita alegria à volta das castanhas e S. Martinho



Mais mochilas com um livro que vão até casa - Projeto Ler+ em Família

Turma da Prof. Anabela Cabral
Turma da Prof. Alexandra Félix

Turma da Prof. Sílvia Raquel

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

E no final do dia lá vão os livros para... LER+ em FAMÍLIA

Alun@s do 1° ano, turma da Prof. Vera Morim
 



Provérbios e quadras ao tempo das castanhas e ao S. Martinho



E começou o tempo das castanhas...



Lenda de S. Martinho


More presentations from Ana Luisa de Beirao

Castanheiros, Ouriços e Castanhas


More presentations from Ana Luisa de Beirao

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Descobre, aprende...



Fala-se muito do dia das Bruxas ou do Halloween, predominante nos países anglo-saxónicos, em que as crianças batem às portas pedindo treat or tricks (doces ou travessuras) mas em Portugal temos uma tradição muito semelhante e antiga: o Pão por Deus.
Em Portugal no dia 1 de Novembro, Dia de Todos-os-Santos, as crianças saem à rua e juntam-se em pequenos bandos para pedir o Pão-por-Deus (ou o bolinho) de porta em porta. O dia de Pão-por-Deus, ou dia de todos os fiéis defuntos, era o dia em que se repartia muito pão cozido pelos pobres.
Quando pedem o pão-por-deus, as crianças recitam versos e recebem como oferenda pão, broas, bolos, romãs e frutos secos, nozes, tremoços, amêndoas ou castanhas, que colocam dentro dos seus sacos de pano, de retalhos ou de borlas.
Em algumas povoações da zona centro e estremadura chama-se a este dia o ‘Dia dos Bolinhos’ ou ‘Dia do Bolinho’. Os bolinhos típicos são especialmente confecionados para este dia, sendo feitos com base de farinha e erva doce com mel (noutros locais leva batata doce e abóbora) e frutos secos como passas e nozes. São chamados "Santorinhos".
São vários os versos para pedir o Pão por Deus:
Ó tia, dá Pão-por-Deus?
Se o não tem Dê-lho Deus!.
Ou então:
Pão por Deus,
Fiel de Deus,
Bolinho no saco,
Andai com Deus.

Podem ver o grupo Galo Gordo a cantar a canção Pão por Deus:

 

 As crianças e os adultos que participam nos peditórios representam as almas dos mortos que «neste dia erram pelo mundo», quando pedem pão para para partilhar com as almas. O pão por Deus é uma oferenda que se faz às próprias almas.

Alguns exemplos destas tradições pelo país:
Em Barqueiros, Conselho de Mesão Frio,(distrito de Vila Real) à meia-noite do dia 1 para 2 de Novembro, arranjava-se uma mesa com castanhas para os parentes já falecidos comerem durante a noite, “não devendo depois ninguém tocar nessa comida, porque ela ficava babada dos mortos”.
Na aldeia de Vila Nova de Monsarros, (fica entre a vila do Luso e a cidade de Anadia.) as crianças faziam os "santórios", recebiam fruta e bolos e cada criança transportava uma abóbora oca com figura de cara, com uma vela dentro.
"Em Roriz (freguesia do concelho de Santo Tirso) não se chama Pão por Deus, nem bolinhos, nem santoros a comezaina que se dá aos rapazes no dia de Todos os Santos ou de Finados. O que os rapazes vão pedir por portas, segundo lá dizem, é — os fiéis de Deus."

Nos Açores dão-se “caspiadas” às crianças durante o peditório, bolos com o formato do topo de uma caveira, claramente um manjar ritual do culto dos mortos.

Esta atividade é também realizada nos arredores de Lisboa. Antigamente relembrava a algumas pessoas o que aconteceu no dia 1 de Novembro de 1755, aquando do terramoto de Lisboa, em que as pessoas que viram todos os seus bens serem destruídos na catástrofe, tiveram que pedir "Pão-por-Deus" nas localidades vizinhas que não tinham sofrido danos.
Com o passar do tempo, o Pão por Deus sofreu algumas alterações, e os meninos que batem de porta em porta podem receber dinheiro, rebuçados ou chocolates.
Quando pedem o Pão-por-Deus, as crianças recitam versos e recebem como oferenda pão, broas, bolos, romãs e frutos secos, nozes, tremoços, amêndoas ou castanhas, que colocam dentro dos seus sacos de pano, de retalhos ou de borlas.

(Inf. Via http://pumpkin.pt/)