quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Que tal uma sopa de nabo?

Apesar de não ter, na generalidade, muita popularidade junto das crianças, a sopa é um hábito a recuperar.
O êxodo para as cidades e a perda de alguns (bons) hábitos rurais, conotados erradamente com escassez e pobreza, têm levado à perda dos correspondentes hábitos alimentares e ao aparecimento de "doenças da abundância", como a obesidade e o colesterol alto.
A sopa deve consumir-se no início da refeição porque sacia a fome, e assim contribui para a regulação do apetite e, claro está, controla a obesidade.
É rica em fibra, água e nutrientes, pode ser imensamente variada, e também enriquecida com proteínas (carne, ovo ou peixe).
Muitos vegetais, pouca gordura, carne ou peixe sem ser em excesso e cozedura lenta, para guardar as vitaminas, são os passos essenciais para a sopa ideal.

O nabo gigante

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O nabo, conhecido cientificamente como Brassica Rapa, pertence à família das Cruciferae, e é um “primo” de outros legumes muito importantes na nutrição e saúde humana, como a couve, repolho ou brócolos.
Tem um ligeiro sabor amargo e é muito apreciado sendo utilizado na confecção de sopas da cozinha de todo o mundo.

Opções para o Dia da Alimentação


Sinopse:
Livro recomendado para o 2º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma e/ou leitura com apoio do professor ou dos pais.
As histórias da Colecção Ver e Ler são importantes auxiliares de uma aprendizagem da leitura, em que a criança descobrirá por si uma nova aptidão como se o livro falasse só para ela.
Ver e Ler como a galinha era trabalhadora e os outros animais o que queriam era brincar…
Título: A galinha Ruiva
Autor: António Torrado
Editora: Soregra



Sinopse:
Um livro cheio de histórias para ler, cozinhar e saborear!
Sabias que o Lobo Mau queria comer a merenda do Capuchinho Vermelho? E que a Branca de Neve convidou os seus amigos anões para abrirem um restaurante?
Pois é, em A Que Sabe Esta História, Alice Vieira reconta histórias de sempre com muito humor e ... sabor!
Vitor Sobral dá uma receita por conto, para cozinhares com os teus pais.
O resultado é divertido e muito saboroso!
Título: A que sabe esta história?
Autor: Alice Vieira
Editora: Oficina do Livro

Sinopse:
Quando a noite chegou a nossa amiga Sementinha procurou um torrãozinho de terra, deitando nele a cabeça para adormecer. E sonhou com o rouxinol vagabundo, a cantarolar para lhe trazer o sono, enquanto os dois chapins azuis a embalavam na teia doirada da aranha; depois vinham mais pássaros, todos os que vira no ensaio do bosque, e que traziam no bico o Amarelo de Barba preta, o Serrano, o Rubião, o Mocho de Espiga Branca e os outros seus companheiros, bagos de trigo.
Título: A Vida Mágica da Sementinha
Autor: Alves Redol
Editora: Caminho




Sinopse:
Trata-se de uma obra que cativa pelas inúmeras possibilidades estéticas a que não é estranho um especial cuidado plástico revelado pela autora/ilustradora que assina, igualmente, o tipo de letra utilizado em muitas das harmoniosas páginas que compõem o livro. A respeito da componente pictórica, saliente-se a articulação que o texto, do ponto de vista gráfico, estabelece com a ilustração, ocupando diferentes lugares nas páginas, conhecendo diversos tamanhos, cores e tipos de letra, com vista a demarcar claramente registos, emissores e, até, tons de voz das várias personagens intervenientes.
Texto de Ana Margarida Ramos.
Título: Come a sopa Marta
Autor: Marta Torrão
Editora: Bichinho do Conto

Sinopse:
Livro recomendado para o 2º ano de escolaridade destinado a leitura autónoma e/ou leitura com apoio do professor ou dos pais. Este livro, com cheiro a baunilha ao longo de todas as páginas, despertará o interesse dos mais pequenos e serve de moldura aromática à prosa incomparável de Alice Vieira, autora que dispensa apresentações e que, nestes contos didácticos, com a mestria que lhe é conhecida, vai conduzir as crianças no caminho da leitura, apresentando-lhes vocabulário, jogando com as palavras e brincando com a gramática e acentuação..
Título: Livro com cheiro a Baunilha
Autor: Alice Vieira
Editora: Texto Editores




Sinopse:
Livro recomendado para o 4º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma e leitura com apoio do professor ou dos pais.
Perfumadas com um delicioso cheiro a canela e maravilhosamente ilustradas, cada uma destas pequenas histórias irá proporcionar momentos inesquecíveis de leitura, aprendizagem e troca de experiências. Descobre para que serve um dicionário e o que acontece aos adjectivos quando lhes damos muito uso!
Título: Livro com cheiro a Canela
Autor: Alice Vieira
Editora: Texto Editores


Sinopse:
Com texto de Carl Norac e ilustrações de Carll Cneut, Monstro não me comas! É um álbum narrativo que, através de uma história protagonizada por animais, tematiza conceitos e comportamentos próximos do universo infantil e facilmente identificados pelas crianças, como é o caso da desobediência, da gula, da relação entre pais e filhos e dos limites, nem sempre bem entendidos, que os primeiros impõem.
Texto de Ana Margarida Ramos


Título: Monstro não me comas
Autor: Carl Norac
Editora: Kual

Sinopse:
Este livro guarda a reescrita de um conto tradicional português a que o autor imprimiu uma original tonalidade. Se a história, viajando desde o espaço da oralidade, parece ser antiga, as temáticas que aí se debatem ficcionalmente não fogem à actualidade: a protecção paternal/maternal, a transgressão e a curiosidade juvenis, o enamoramento ou a descoberta do amor. O relato narrativo, que desponta, como ocorre habitualmente nos contos tradicionais, da fórmula hipercodificada «Era uma vez…», reparte-se, sem se demorar, por exemplo, em pormenores do retrato das personagens, segundo o esquema situação inicial, peripécias, ponto culminante e desenlace. A acção é una, desenrolando-se de forma linear, e nesta contracenam um número limitado de figuras anónimas de índole tipificada e facilmente reconhecidas pelo leitor: um casal de fidalgos, uma filha destes, uma ama, um rei e um princípe. Note-se que a jovem fidalga, à semelhança do que se verifica em inúmeros contos da tradição, vê-se obrigada a procurar uma saída para a clausura da torre do castelo, situação imposta pelo seu pai, sendo esta a única forma de conhecer o mundo que a rodeia e de encontrar o seu “príncipe encantado”. Do ponto de vista simbólico, saliente-se, por exemplo, o limão, elemento que funciona como meio de retardamento da acção e como “trunfo” para a protagonista, e que é o símbolo da pureza e da fidelidade, sendo tradicionalmente visto como um fruto que tinha propriedades protectoras. O próprio jardim, local de encontro da menina e do príncipe, representa um espaço positivo, cenário primordial do amor, e um lugar do crescimento. A conclusão da narrativa, de carácter fechado, segue o modelo eufórico da reposição do equilíbrio, terminando a história com uma nota de boa disposição.
Texto de Sara Reis da Silva
Título: Não posso comer sem limão
Autor: João Pedro Messeder
Editora: Campo das Letras

 
Sinopse:
Acompanhando a evolução de uma cadeia alimentar como se fosse um jogo ou uma narrativa de aventuras, Nham-nham! é, simultaneamente, um pequeno livro de divulgação científica sobre as relações entre as espécies e a sua organização em presas e predadores. Estruturado de modo a incentivar a curiosidade sobre a evolução da história, permite ainda, com o apoio das imagens, uma identificação das várias espécies apresentadas, dos seus habitats e hábitos. Potenciando diferentes níveis de leitura, a obra em questão é ainda acompanhada por um glossário que esclarece algumas dúvidas e por um registo acessível do qual não está ausente o humor.
Texto de Ana Margarida Ramos
Título: Nham-nham!
Autor: Mick Manning
Editora: Caminho

domingo, 9 de outubro de 2011

Mia Couto distinguido com o Prémio Eduardo Lourenço

O escritor moçambicano foi o vencedor da sétima edição do Prémio Eduardo Lourenço, no valor de 10 mil euros, atribuído pelo Centro de Estudos Ibéricos (CEI), foi anunciado na Guarda.




Discurso de Mia Couto reivindicando a necessidade de perder o medo.
O medo faz escravos, as medidas de segurança geram insegurança e mais medo.

(Informação via  Fundação José Saramago)

Vai acontecer amanhã na Biblioteca Municipal José Régio

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

(via José Paulo Santos)

Batem à porta....



Assim acontece todos os dias, durante este mês, o mês da Biblioteca Escolar. Os mais crescidos vão ler para os mais pequeninos. Está a ser fantástico!!! Parabéns aos GRANDES leitores!!!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Convite da Câmara Municipal de Vila do Conde para a apresentação do livro "O Filho de Mil Homens"

O novo livro de Valter Hugo Mãe, "O Filho de Mil Homens", é apresentado no amanhã, dia 7 de Outubro, pelas 21.30 Horas, no Teatro Municipal de Vila do Conde.
Numa conversa moderada por Nuno Markl, Valter Hugo Mãe, apresentará o seu quinto livro, que conta a história de Crisóstomo que, chegando aos quarenta anos, lida com a tristeza de não ter tido um filho. Do sonho de encontrar uma criança que o prolongue e de outros inesperados encontros, nasce uma família inventada, mas tão pura e fundamental como qualquer outra.
As histórias do Crisóstomo e do Camilo, da Isaura, do Antonino e da Matilde mostram que para se ser feliz é preciso aceitar ser o que se pode, nunca deixando contudo de acreditar que é possível estar e ser sempre melhor. As suas vidas ilustram igualmente que o amor, sendo uma pacificação com a nossa natureza, tem o poder de a transformar.
Tocando em temas tão basilares à vida humana como o amor, a paternidade e a família, O filho de mil homens exibe, como sempre, a apurada sensibilidade e o esplendor criativo de Valter Hugo Mãe. Contamos consigo! 
(in CMVC)

Tomas Tranströmer é o Prémio Nobel da Literatura 2011


O poeta sueco Tomas Tranströmer é o Prémio Nobel da Literatura de 2011, acaba de ser anunciado em Estocolmo pela Academia Sueca.
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HISTÓRIAS DE MARINHEIROS
Há dias de inverno sem neve em que o mar é parente
de zonas montanhosas, encolhido sob plumagem cinza,
azul só por um minuto, longas horas com ondas quais pálidos
linces, buscando em vão sustento nas pedras de à beira-mar.
Em dias como estes saem do mar restos de naufrágios em busca
de seus proprietários, sentados no bulício da cidade, e afogadas
tripulações vêm a terra, más ténues que fumo de cachimbo.
(No Norte andam os verdadeiros linces, com garras afiadas
e olhos sonhadores. No Norte, onde o dia
vive numa mina, de dia e de noite.
Ali, onde o único sobrevivente pode estar
junto ao forno da Aurora Boreal escutando
a música dos mortos de frio).
(Tomas Tranströmer,1954)